Pai Marcello D'Yemanja

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Cabinda .

Posted by Pai Marcello on January 17, 2013 at 4:40 PM



Nação Cabinda

 

 

A Nação cabinda, de origem bantu adotou o panteão dos Orisás NIGERIANOS

Bem como alguns voduns jeje

os Orisás Yorubás, e os Voduns Jêjes Orixá ou Vodum possui identidade própria e culturas totalmente distintas. A linguagem ritual originou-sepredominantemente das línguas yorubás e ewés dos jejes mahi e fon; são línguas muito parecidas e ainda utilizadas atualmente em nossas nações no rio grande do sul com algumas variações por causa

da origem bantu, algumas poucas palavras de kimbundo e kinkongo, não confundir o fator origem do povo bantu O nome Bantu não se refere a uma unidade racial. A sua formação e migração originou uma enorme variedadede cruzamentos. Existem aproximadamente 500 povos Bantu. Assim, não podemos falar de uma raça Bantu, mas sim de povo Bantu, isto significa uma comunidade cultural com uma civilização comum e linguagens similares. Adaptadas a

ao pais para onde partes deste povo migrou.


NAÇÃO

predominante aqui no Rio Grande do Sul; a diferença ENTRE as nações cultuadas aqui se dá basicamente nos procedimentos, realização e execução dos rituais nas obrigações, respeito à memória de seus ancestrais e a outros fatores como o início dos fundamentos da Nação Cabinda, que é justamente onde termina os das outras Nações.

Nos diferenciamos pois temos culto a Egun e obrigatóriamente todos os babás e

yás, de casa (PRÓPÍA) aberta tem quê ter o igbalè, pois somos a Nação

Que legitimamente depois dos rituais egunguns existentes pelo Brasil a fora

Podemos lidar dirétamente com os eguns, o culto á egun na nação de cabinda é fundamental

tem grande força, Raíz e fundamento dentro da Cabinda

O ORISÁ SÀNGÓ É CONSIDERADO O REI DA NAÇÃO DE CABINDA.


HISTÓRIA :A estruturação do Batuque no estado do Rio Grande do Sul deu-seno início do século XIX, entre os anos de 1833 e 1859 (Correa, 1988a:69). Tudo indica que os primeiros terreiros foram fundados na regiãode Rio Grande e Pelotas.Tem-se notícias, em jornais desta região, matérias sobre cultos deorigem africana datadas de abril de 1878, (Jornal do Comércio,Pelotas). Já em Porto Alegre,as noticias relativas ao Batuque, datam da segunda metade do séculoXIX, quando ocorreu a migração de escravos e ex-escravos da região dePelotas e Rio Grande para Capital. Lembrando sempre que a língua usadaé a YorubaOs rituais do Batuque seguem fundamentos, principalmente das raízes da nação Ijexá, proveniente daNigéria, e dá lastro as outras nações como o Jêje do Daomé, hoje Benim, Cabinda (enclave Angolano) eOyó,também, da região da Nigéria. O Batuque surgiu como diversas religiõesafro-brasileiras praticadas no Brasil, tem as suas raízes na África, tendo sido criado e adaptado pelos negros no tempo daescravidão. Um dos principais representantes do Batuque foi o Príncipe Custódio de Xapanã.O nome batuque era dado pelos brancos, sendo que os negros o chamavamde Pará. É da Junção de todas estas nações que se originou esta culturaconhecida como Batuque, e os nomes mais expressivos da antiguidade, que de uma maneira ou de outra contribuíram para a continuidade dos rituais foram: 

Ijexá —Paulino de Oxalá Efan, Maria Antonia de Assis (Mãe Antonia de Bará;),Manoel Matias (Pai Manoelzinho de Xapanã;), Jovita de Xangô; Miguela doBará, Pai Idalino de Ogum, Estela de Yemanjá, Ondina de Xapanã, Ormirade Xangô, Pedro de Yemanjá,Pai Tuia de Bará,Pai Tita de Xangô; MenicioLemos da Yemanjá Zeca Pinheiro de Xapanã, Mãe Rita de XangôAganju,entre outros.

Oyó —Mãe Emília de Oyá Lajá, princesa Africana , Pai Donga da Yemanjá, MãeGratulina de xapanã, Mãe "Pequena" de Obá, Mãe Andrezza Ferreira daSilva, Pai Antoninho da Oxum, Nicola de Xangô, Mãe Moça de Oxum,Miguela de Xangô, Acimar de Xangô, Toninho de Xangô e Tim de Ogum,entre outros.

Jêje —Mãe Chininha de Xangô, Príncipe Custódio de Xapanã, João Correa de Lima(Joãozinho do Exú By) responsável pela expansão do Batuque no Uruguai eArgentina, Zé da Saia do Sobô, Loreno do Ogum, Nica do Bará, Alzira deXangô, Pai Pirica de Xangô;Mãe Dada de Xangô; Leda de Xangô; Pai Tiãode Bará; Pai Nelson de Xangô, Pai Vinícius de Oxalá entre outros.

Cabinda —Waldemar Antônio dos Santos de Xangô Kamuká; Maria Madalena Aurélio da Silva de Oxum, Adão de Bará(Agelú exú bí;), Hélio De Xango , Palmira Torres de Oxum, Pai Henrique de Oxum, PaiRomário de Oxalá, Pai Gabriel da Oxum,Mãe Marlene de Oxum, Pai Cleon deOxalá, Pai Mário da Oxum, Pai Nazário do Bará, entre outros.Asentidades cultuadas são as mesmas em quase todos terreiros, osassentamentos tem rituais e rezas muito parecidos, as diferenças entreas nações é basicamente em respeito as tradições próprias de cada raizancestral, como no preparo de alimentos e oferendas sagradas. O Ijexá éatualmente a nação predominante, encontra-se associado aos rituais detodas nações. 


No Rio Grande do Sul a raiz forte da cabinda foi o

Pai Waldemar Antonio dos Santos, filho do Orisá SÀNGÓ Kamuká Baruálofina, que foi feito pelo africano Gululu de SÀNGÓ

Depois foram surgindo outros ícones da nação Cabinda, onde podemos citar:

BABÁ ADÃO DE ELEGBARÁ IJELÚ(BARÁ AJELÚ),

BABÁ HÉLIO DE SÀNGÓ AGANJÚ OI,

BABÁ Romário de OSALÁ, filho de santo de YÁ Madalena de OSUN;

BABÁ OBÁ OMÍ D’ YEMANJÁ (PAI MAYKEL D’ YEMANJÁ

BABÁ HERICKSON D' BARÁ AJELÚ

(OBÌLONÃ D' BARÁ AJELÚ FILHO DE BABÁ MAYKEL D' YEMANJÁ

YÁ OlÊ deSÀNGÓ(oriunda de outra Nação), mulher de BABÁ Tati de BARÁ;

BABÁ Henrique de OSUN,enteado e filho de santo de Mãe Palmira de Osum;BABÁ Cleon de Osalá (filho de Mãe Palmira); PAI Antonio Carlos de SÀNGÓ(BABÁ E ALABE, JÁ GRAVOU DIVÉRSOS CDS DE ORINS E ORÍKÍS), Mãe Marlenede Osun , filha de santo de Pai Romário; Pai Paulo Tadeu de SÀNGÓ; Pai Genercy de SÀNGÓ, Didi de SÀNGÓ; João Carlos de Osalá, de Pelotas; Pai Juarez de Bará; Pai Gabriel de Osun, que foi um grande Babalorixá daNação Cabinda, filho de santo de Romário de Oxalá; Lurdes d’ ogun, BABÁ Enio d’ OSUN, também da casa de BABÁ Romário; Luiz da OSUN DOKÒ, foifilho de santo de Pai Romário de Oxalá; Ydy de OSUN,filho de santo dePai Henrique de OSUN,

entre muitos outros que conservam, ainda, os fundamentos da NAÇÃO DE CABINDA tão importante nos rituais Africanos doSul.

 


CRENÇAS:O batuque é uma religião onde se cultuam vários Orixás, oriundos devárias partes da África, e suas forças estão em parte dentro dosterreiros, onde permanecem seus assentamentos e na maior parte nanatureza: rios, lagos, matas, mar, pedreiras, cachoeiras etc., ondetambém invocamos as vibrações de nossos Orixás.Todo ser humano nasce sob a influencia de um Orixá, e em sua vida terá asvibrações e a proteção deste Orixá que está naturalmente vinculado erege seu destino, com características individuais, em que o Orixá exigesua dedicação, onde este poderá ser um simples colaborador nos cultos,ou até mesmo se tornar um Babalorixá ou Iyalorixá.Háuma questão de ordem etmológica no Termo Pará, onde afirma-se ser esteo outro nome pelo qual é conhecido o Batuque, ora sabe-se que todo frequentador de Terreiros chama na verdade o Peji ou quarto-de-santo de Pará e não o ritual sagrado dos Orixás, este sim o Batuque. Estaquestão já está dimensionada desde os anos 50, nas pesquisas etnográficas de Roger Bastide sobre a Religião Africana no Rio Grandedo Sul. São consideradas Religiões afro-brasileiras, todas as religiões que tiveram origem nas Religiões tradicionais africanas, que foram trazidas para o Brasil pelos escravos.As Religiões afro-brasileiras são relacionadas com a Religião Yorubá e outras Religiões africanas, e diferentes das Religiões Afro-Caribenhas como a Santeria e o Vodu. 



ORIXÁS:  O culto, no Batuque, é feito exclusivamente aos Orixás, sendo o Bará o primeiro a ser homenageado antes de qualquer outro, e encontra-se seu assentamento em todos os terreiros, no Candomblé o chamam de Exú. Entre os Orixás não há hierarquia, um não é mais importante do que o outro,eles simplesmente se completam cada um com determinadas funções dentro do culto. Os principais Orixás cultuados são: 

Bará, Ogum, Oiá-Iansã, Xangô, Ibeji (que tem seu ritual ligado ao culto de Xangô e Oxum), Odé, Otim, Oba, Osanha, Xapanã, Oxum, Iemanjá, Oxalá e Orunmilá (ligado ao culto de Oxalá;).E há também divindades que nem todas nações cultuam como: Legba, Gama(ligada ao culto de Xapanã;), Zína, Zambirá e Xanguín (qualidade rara de Bará;) que só os mais antigos tem conhecimentos suficientes para fazer seus rituais.  TEMPLOS No Rio Grande do Sul a área de conservação das religiões africanas vai de litoral à fronteira do Uruguai, com os dois grandes centros de Pelotas e de Porto Alegre.No batuque, os templos terreiros são quase que em sua totalidade vinculados as casas de moradia. É destinado um cômodo, geralmente na parte da frente da construção onde são colocados os assentamentos dos Orixás. Neste local são feitos todos os fundamentos de imolações e trabalhos determinados, oferendas para os Orixás,e o local é considerado sagrado, pessoas vestidas de preto, mulheres em dias de menstruação não entram. Junto a esta parte da casa, chamada de quarto de Santo ou Peji, há o salão onde são realizadas as festas para osOrixás.O estado do Rio Grande do Sul foi o maior responsável pela exportação dos rituais africanos para outros países da América do Sul, entre eles Uruguai e Argentina, que também procuram seguir a maneira de cultuar os Orixás, e a construção dos templos seguem exemplos dos seus sacerdotes.

Todos os Orixás são montados com ferramentas, Okutás (pedras) etc. e permanecem dentro da mesma casa, com exceção do Bará Lodê e do Ogum Avagãn, que tem seus assentamentos numa casa separada, ficando à frente do templo onde recebem suas oferendas e sacrifícios. A casa dos Eguns também tem lugar definido, é uma construção separada da casa principal, na parte dos fundos do terreiro, onde são feitos diversos rituais.Em caso de falecimento do Babalorixá ou Iyalorixá,dono do terreiro, fica a critério da família o destino do templo,geralmente não tendo um familiar que possa suceder o morto o templo é fechado. Na maioria dos casos na morte de um sacerdote, todas as obrigações são despachadas num ritual especifico chamado de Eresum,semelhante ao Axexê do Candomblé, por este motivo é muito difícil encontrar ilês (casas) com mais de 60 anos, são muito poucos os sacerdotes que destinam seus axés a um sucessor, para dar prosseguimento à raiz. Rituais Os rituais são próprios e originais e, embora tenham alguma semelhança com o "Xangô de Pernambuco", são muito diferentes dos do candomblé da Bahia.Os rituais de jeje têm suas rezas próprias (fon). Ainda se vê este belo ritual em dois grandes terreiros na cidade de Porto Alegre.

As danças são executadas de par, um de frente para o outro. Há, também,muitas casas que seguem os fundamentos da nação Oyó, que se aproxima muito do ijexá, já que estas duas provém de regiões próximas na Nigéria.

Aprincipal característica do ritual do batuque é o fato de o iniciado não poder saber, em hipótese alguma, que foi possuído pelo seu orixá,sob pena de ficar louco. Na realidade o questionamento não está no problema da loucura, como consequencia e sim no fato de que ao saber que se ocupa ( o Orixá incorpora no filho de santo )a pessoa pode cedera vaidade extrema e desta forma banalizar um princípio básico dos Orixás, que está na humildade e desapego material.

Cada babalorixá ou ialorixá tem autonomia na prática de seus rituais. Não existem nomenclaturas decargos como há no candomblé. Os babalorixás exercem plenos poderes em seus ilês. Os filhos de santo se revezam nos cumprimentos das obrigações.

No mínimo uma vez por ano, são feitas homenagens com toques para os orixás, mas as festas grandes são de quatro em quatro anos. Chamamos de festa grande a obrigação que tem ebó, ou seja quando há sacrifícios de animais de quatro patas aos orixás: cabritos, cabras, carneiros, porcos,ovelhas, acompanhados de aves como galos, galinhas e pombos.

Esta obrigação serve para homenagear o orixá "dono da casa" e dos filhos que ainda não possuem seu próprio templo. A data é, geralmente, a mesma que aquele sacerdote teve assentado seu Orixá, a data de sua feitura.As festas têm um ciclo ritual longo, que, antigamente, duravam 32 dias de obrigações. Hoje, diante das dificuldades, duram no máximo 16. Ocomeço de tudo são as limpezas de corpo e da casa, para descarregar totalmente o ambiente e as pessoas, de toda e qualquer negatividade; em seguida, são preparados as oferendas e sacrifícios ao Bará.

A partir deste momento, os iniciados já ficam confinados ao templo,esquecendo então o cotidiano e passam a viver para os Orixás por inteiro até o final dos rituais. No dia do serão (dia da obrigação de matança), todos os orixás recebem sacrifícios de animais. Os cabritos e aves são preparados com diversos temperos e servidos a todos que participarem dos rituais, tudo é aproveitado, inclusive o couro dos animais, que servem para fazer os tambores usados nos dias de toques.

No dia da festa, o salão é enfeitado com as cores dos orixás homenageados.A abertura se dá com a chamada invocação aos orixás, feita pelos sacerdote em frente ao peji (quarto de santo), usando a sineta (adjá;),saudando todos os orixás. Ao som dos tambores, as pessoas formam uma roda de dança em louvor aos orixás, a cada um com coreografias especiais de acordo com suas características.

No final das cerimônias, são distribuídos os mercados (bandejas contendo todo tipo de culinária dos orixás, como: acarajé,axoxó (milho cozido e fatias de coco), farofa de aves, carnes decabritos (cozidas ou assadas), frutas, fatias de bolos etc.). Alguns comem ali mesmo, outros levam para comer em casa.

Durantea semana, são feitos outros rituais de fundamentos para os orixás,inclusive a matança de peixe, que, para os batuqueiros, significa fartura e prosperidade. Os peixes oferecidos são da qualidade jundiá e pintado; estes são trazidos vivos do cais do porto ou do mercado público, onde o comércio de artigos religiosos é intenso.

No sábado seguinte, é feito o encerramento das obrigações, com mesa de Ibejes e toque novamente em homenagem aos orixás. Neste dia, são distribuídos mercados com iguarias e o peixe frito, significando a divisão da fartura e prosperidade com os participantes das homenagens aos orixás.Após o encerramento, o sacerdote leva os filhos que estavam de obrigações ao rio, à igreja, ao mercado público e à casa de alguns sacerdotes que fazem parte da família religiosa, para baterem cabeça em sinal de respeito e agradecimento; este passeio faz parte documprimento dos rituais. Após o passeio, todos estão liberados para seguirem normalmente o cotidiano de suas vidas.

 Egun

No batuque, também temos a parte dos rituais destinados ao culto dos Eguns. Este é um ritual cheio de magia e segredos onde poucos sacerdotes têm o completo domínio.Acasa dos Eguns (espíritos dos mortos) fica numa construção separada da casa principal, nos fundos do terreno, onde são feitos diversas obrigações em determinadas datas e quando morre alguém ligado ao terreiro; este local é denominado Igbalé.

Aos Eguns, também são oferecidos sacrifícios de animais e comidas diversas que fazem parte somente deste ritual, não podendo ser usados em outras ocasiões.

Os Eguns, assim como os Orixás, tem suas rezas (cânticos) próprias, feitos na linguagem yorubá, e em dias de obrigações recebem toques ao som de tambores frouxos e com o acompanhamento de agê (instrumento feito comuma cabaça inteira trançada com cordão e contas diversas).

Cada nação tem rituais diferentes para este tipo de obrigação.

 

Sacerdócio O babalorixá ou Iyalorixá tema responsabilidade de formar novos sacerdotes, que darão continuidadeaos rituais. Para isto é preciso preparar novos filhos de santo, que durante um certo período de tempo aprenderão todos os rituais para preservação dos cultos.

O sacerdote chefe deve passar aos futuros pais ou mães de santo, todos os segredos referente aos rituais, tais como: uso das folhas (folhas sagradas), execução de trabalhos e oferendas, interpretação do jogo de búzios, e até mesmo como preparar um novo sacerdote.

Geralmenteo futuro sacerdote já nasce no meio religioso, onde conviverá acompanhando todos os diversos rituais que darão suporte a seus afazeres dentro do culto, e terá pleno conhecimento de todos os tipos de situações que enfrentará em seu futuro templo.

O tempo de aprendizado é longo, não se forma um verdadeiro sacerdote de orixás com menos de sete anos de feitura. Os ensinamentos são passados de acordo com a evolução da capacidade de aprendizado que o noviço tem.Os ensinamentos são feitos oralmente, não há livros para ensinar os rituais. A melhor maneira de aprender tudo é conviver desde cedo dentro dos terreiros.

Apartir do momento que um noviço se torna um sacerdote de orixá, terá as mesmas responsabilidades daquele que lhe passou os ensinamentos.

Lembrando que, dentro da religião afro-brasileira, existem vários segmentos.

 



O PAÍS KABINDA

 

CABINDA:

é uma república que fica localizada na África Central e ocidental tendo 421 Km de extensão onde ao norte fica Congo, no leste esta o Zaire e sua costa ao oeste é banhada pelo oceano atlântico, tendo um clima equatorial, tropical de muitas florestas, assim como no Brasil,não sofre com perigos naturais. Sua Capital é Tchiowa.

Hoje em dia é constituída por mais ou menos 1.500.000 habitantes descendentes de um povo guerreiro, isso pode ser visto em seu atual brasão, é constituído de dois leopardos, duas espadas africanas, folhas de palmeira e ao centro a representação do sol da lua e uma mulher comfilho nas costas (todo este simbolismo indica um antigo povoguerreiro).

Até hoje em dia eles lutam pela sua liberdade, foi província do Congo Português até 1975 e desde esta época vem recebendo constantes invasões dos militares de Angola que tende a trona-la sua vassala. Os grupos étnicos de kabinda são os Ba-Cochi, Ba-Sundi, Ba-Yombe, Ba-Linge,Ba-wacongo, Ba-Woyo, Ba-Vili e africanos brancos, africanos nativos e europeus. Predominam hoje em dia a religião católica, protestante e asantigas tribais. Os idiomas que são falados são: a língua tradicional kabinda, francês, alemão, bantu, lingala, kikongo de leta e outras línguas africanas. Aqui no Brasil podemos dizer que os kabinda aportaram em grande quantidade aqui no sul em grande quantidade naépoca da escravidão. Sua modalidade religiosa também fica variada, poisno Sul a kabinda cultua os Orixás nigerianos e jejes, no norte enordeste eles se assimilaram muito com os índios brasileiros e podemosdizer que o culto é bem próximo ao Toré de Caboclo. (Mais uma adaptação para não perder sua religiosidade)



Escrita feita pelo Blog

--> ILÈ ASÉ YEMANJÁ BOSÌ ON SÀNGÓ AGANJÚ NLÁ ORILÈeDÈ KABINDA.<--


                        

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1 Comment

Reply marcos
4:25 PM on November 26, 2013 
vc é de onde meu caro rio grande do sul